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Itajaí recebe mais dois navios de grande porte nesta terça-feira.



O Complexo Portuário do Itajaí registrou nesta terça-feira, 13, a escala do navio MSC Maurren, com 300 metros de comprimento e 40 metros de boca, que atracou às 12h30 no berço 2 do Terminal Portonave. Após completara movimentação prevista para o terminal de Navegantes, por volta de 22h de hoje o navio atraca no berço APMT, 2 na margem direita, para completar a movimentação de cargas prevista para ser realizada no Complexo Portuáriodo Itajaí.

A manobra de desatracação do navio MSC Maurren, que integra a linha/serviço denominado Bossa Nova, está prevista para às 14 de amanhã, 14 de novembro.

“Igualmenteregistramos mais uma escala do navio Rio de Janeiro no berço 03 da Portonave, com 286 metros de comprimento e 40,1 metros de boca, sendo esse o navio com maior largura (boca) que atraca no Complexo Portuário do Itajaí. A sua desatracação está programada para as 08h da terça, 14”m explica o diretor Executivo do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz.

Ele ressalta que as realizações das manobras são muito importantes para a consolidação dos parâmetros de manobras que estão sendo aplicados em caráter experimental, que deverão ser formalmente oficializadas o mais breve possível.

“A atracação do navio MSC Maurren realizada no berço APMT 2, na margem direita, demonstra que o Complexo Portuário do Itajaí está preparado para realizar escalas em ambasasmargensnasmesmas condições de manobra e operacionais”, completa Moritz.

Itajaí pode ser destino final da Regata Jaques Vabre






O sucesso que Itajaí obteve na realização da única etapa da América do Sul da Volvo Ocean Race poderá fazer com que a cidade receba, em 2013, a Regata Jaques Vabre, partindo de Le Havre, na França, com destino a Itajaí. Se confirmado o destino Itajaí pelos organizadores do evento, a chegada dos barcos, em três categorias – 40, 50 e 60 pés – deve ocorrer entre novembro e dezembro do próximo ano.



As condições da cidade receber o conceituado evento esportivo foram avaliadas nesta semana por uma equipe de técnicos franceses da Associação Transat Vabre e empresas parceiras na realização da Regata, Christophe Vieux, Viviand Serge,Jeanine Perié e Gildas Gautier. A definição deve ocorrer até o final deste ano.



Na cidade eles vistoriaram a infraestrutura usada durante a Volvo Ocean Race – Vila da Regata e Centreventos –, navegaram pela costa de Itajaí e proximidades e conversaram com o prefeito Jandir Bellini e com o superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior. Já na tarde desta quarta-feira se reuniram no Porto de Itajaí com Ayres, com o diretor administrativo e financeiro do Porto, Alexandre Antonio dos Santos e com a secretária de Turismo de Itajaí, Valdete Campos.



Senai investe em simulador para treinamento em operações portuárias



O diretor de Integração Portuária da Superintendência do Porto de Itajaí, Saul Airoso da Silva, recebeu nesta terça-feira o coordenador do Núcleo de Gestão Empresarial do Senai de Itajaí, Carlos Antônio Vinotti, acompanhado do representante da empresa holandesa STC BV, especializada em treinamentos nas áreas portuária e marítima, Corné Hulst. A STC é parceira do Senai no desenvolvimento de treinamentos na área portuária, que vem sendo fortalecido pelo Instituto de Tecnologia e Logística da instituição, com a aquisição de um simulador de operações, e o Senai tem no Porto de Itajaí, terminais marítimos e empresas de retroárea potenciais parceiros no desenvolvimento de cursos e treinamentos para seus colaboradores.

Segundo Vinotti o equipamento está sendo adquirido com recursos próprios do Senai e simula operações de guindastes porteineres, transteineres e MHCs. Os treinamentos deverão iniciar ainda em 2012.

ANTAQ apresenta índice de gestão ambiental às autoridades portuárias



Técnicos da Gerência de Meio Ambiente da Antaq (GMA) apresentaram na terça-feira (14), na sede da Agência, em Brasília, o Índice de Qualidade da Ambiental dos Portos Organizados aos dirigentes das administrações portuárias. A reunião serviu para que os representantes dos portos públicos tirassem suas dúvidas e fizessem sugestões para o aprimoramento do novo indicador da autarquia.
O Porto de Itajaí foi o porto brasileiro que apresentou melhor desempenho entre os cerca de 30 portos públicos pesquisados. O diretor da Antaq, Pedro Brito, salientou que a meta é que todos os portos atinjam a nota máxima do índice, que deverá ser medido semestralmente. “Nos casos em que o porto estiver fraco numa ou noutra exigência, nós enviaremos as orientações para que esses pontos fracos possam ser corrigidos”, explicou Brito.
A ideia, segundo o diretor da Agência, é divulgar o índice para a sociedade e para o mercado, para que ele seja um parâmetro para as decisões de negócios portuários e um padrão para a fiscalização da Agência. Para Brito, a gestão ambiental deve ser vista pelo dirigente portuário como tão importante quanto a gestão operacional.
O diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho, também saudou o novo indicador: “Cada vez mais, a gestão ambiental está se tornando essencial aos negócios portuários. Portos como Amsterdã e Hamburgo só estão entre os mais eficientes do mundo, porque também levam em grande conta a questão ambiental. Nós devemos fazer o mesmo no Brasil”.

O Índice – O índice de qualidade ambiental da Antaq foi desenvolvido pelo Centro Interdisciplinar de Estudos em Transportes – CEFTRU, da Universidade de Brasília (UnB), e já foi testado em 29 portos. Na avaliação realizada, Itajaí, Pecém e Imbituba foram os portos que atenderam ao maior número de conformidades (exigências) ambientais.
O índice da Antaq é composto de quatro categorias de indicadores (econômico-operacional, sociológico-cultural, físico-químico e biológico-ecológico), que têm por objetivo avaliar a governança ambiental, a gestão das operações portuárias, a educação e a saúde pública, o consumo de água, a qualidade do ar e o ruído e a biodiversidade (monitoramento da flora e da fauna na área do porto e entorno), entre outros.
Cada um desses indicadores globais terá um peso na avaliação: o econômico-operacional representará 59% do total; o físico-químico, 22%; o sociológico-cultural, 14%; e o biológico-ecológico, 5%.
Segundo o gerente da GMA, Marcos Maia Porto, a gestão ambiental é um desafio para as organizações portuárias, e “a formulação de um índice de referência na área significa um avanço no campo da regulação, permitindo ao administrador portuário melhorar sua gestão e à sociedade conhecer, de forma simples e efetiva, o estado da arte da qualidade ambiental nos portos”.

* Com informações da Assessoria de Comunicação Social/Anta